Dólar volta a subir com mercado atento ao coronavírus na China

Atividade do comércio encerra 2019 com alta de 2,0%
22 de janeiro de 2020
CNC: intenção de consumo das famílias tem melhor janeiro desde 2015
24 de janeiro de 2020

Na quarta-feira (22), a moeda norte-americana caiu 0,71%, a R$ 4,1753

O dólar opera em alta nesta quinta-feira (23), após leve redução de aversão ao risco na véspera, com investidores retomando preocupações com a disseminação do coronavírus na China. Aqui dentro, o mercado também acompanha a divulgação da prévia da inflação de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Às 9h22, a moeda norte-americana subia 0,29%, a R$ 4,1874.

Na quarta, a moeda norte-americana caiu 0,71%, a R$ 4,1753, após atingir R$ 4,20. Neste ano, a moeda acumula alta de 4,13%.

A disseminação do coronavírus na China ainda preocupa investidores. Nesta quinta (23), os índices acionários da China fecharam com queda de cerca de 3%, maior recuo em quase nove meses, uma vez que os investidores se desfizeram de ações relacionadas a restaurantes, cinemas, companhias aéreas e parques temáticos após o isolamento da cidade de Wuhan para conter o coronavírus.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,1%, na maior perda diária em quase nove meses. O índice de Xangai teve queda de 2,75%.

O CSI300 marcou sua pior semana desde maio de 2019, enquanto o índice de Xangai teve a maior queda na semana desde agosto do ano passado. Os mercados financeiros da China ficarão fechados a partir de sexta-feira para o feriado de uma semana do Ano Novo Lunar.

No Brasil
Internamente, o mercado acompanha a divulgação da prévia da inflação de janeiro, que é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), do IBGE. O índice avançou 0,71% em janeiro, maior resultado para o mês desde 2016.

Em relação a dezembro, quando o IPCA-15 ficou em 1,05%, o índice desacelerou. Segundo o IBGE, a desaceleração foi puxada pelo preço da carne, que passou de uma alta de 17,71% em dezembro para 4,83% em janeiro. Apesar disso, foram as carnes que exerceram, novamente, a maior pressão individual sobre a inflação, de 0,15 ponto percentual sobre o indicador.

Fonte: G1

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *