No auge da pandemia, consumo das famílias tem queda histórica de 12,5%

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No auge do isolamento causado pela pandemia de coronavírus, o consumo das famílias brasileiras despencou 12,5% no segundo trimestre, na comparação com o trimestre anterior. É a maior queda registrada na série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O consumo das famílias representa 65% do PIB (Produto Interno Bruto).

Foi o segundo semestre seguido de queda, após 11 avanços consecutivos. Os dados fazem parte do PIB e foram divulgados hoje pelo IBGE. Eles mostram que a economia brasileira teve uma queda histórica de 9,7% no período, em relação ao trimestre anterior, e de 11,4% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

O recuo no consumo das famílias pode ser explicado pelo isolamento social no país, proibição de funcionamento de algumas atividades, especialmente de serviços prestados às famílias, além queda do desemprego e da queda da massa de salarial no país no segundo trimestre.

O consumo das famílias não caiu mais porque tivemos programas de apoio financeiro do governo. Isso injetou liquidez na economia. Também houve um crescimento do crédito voltado às pessoas físicas, que compensou um pouco os efeitos negativos.

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